Adaptação para o digital é única saída para sobrevivência no comércio para os próximos anos

A digitalização do mundo contemporâneo atingiu quase que a totalidade das mais diversas esferas comerciais. Muito marcado pela avançada tecnologia e principalmente pela escassez de tempo de muitas pessoas, os avanços prometem (e muitas vezes cumprem) facilitar o cotidiano de seus consumidores.

O comércio virtual está em ascensão. A E-bit, empresa que monitora e analisa o comércio eletrônico no Brasil, registrou, em 2015, um aumento de 16% em relação ao ano anterior, movimentando uma quantia de R$18,6 bilhões. Além, disso, a IDC prevê que, até 2022, 50% do PIB da América Latina virá da economia digital. Portanto, aqueles que possuem algum tipo de comércio devem se adaptar ao mundo digital e adicionar uma forma de venda digital se quiserem sobreviver.

Um fator muito importante para o crescimento dessa plataforma certamente são as conexões mais rápidas que permitem o acesso à internet de qualquer lugar e a qualquer momento. Com isso, estar atento a lançamentos e promoções é muito fácil e simples, e a avançada tecnologia garante a segurança de dados do consumidor, o que acaba tornando os E-commerces mais seguros. Outro fator crucial são os custos. Ter um E-commerce é muito mais barato e simples do que um comércio físico, já que não exige contratação de funcionários, um ponto que possua visibilidade e pagamento de contas. Consequentemente, o fato de não haver grandes gastos é refletido no preço dos produtos, que acabam sendo barateados. E, por fim, os E-commerces são 24 horas. Isso garante que pessoas com as mais diversas rotinas e os mais variados horários de trabalho, consigam comprar de acordo com sua própria disponibilidade sem sair de casa.

Através de uma pesquisa de preços feita pela Agência de Marketing Digital Vixus, foi comparado o produto MacBook Pro de última geração em uma loja física e em um E-commerce; a MasterTronic.

Em uma loja física, o produto, à vista, custa R$20.909,15 e, parcelado em 12x, o valor sobe consideravelmente para R$24.599,00. O mesmo produto, online, na MasterTronic, custa, à vista, R$14.239,11 e, a prazo, R$16.285,08, não incluso o valor do frete que gira em torno de R$100 para entrega na região metropolitana de São Paulo.

A vantagem em comprar diretamente na loja física é o recebimento. Pode ser que o valor compense para aqueles que têm urgência de fazer uso do produto. Já para compras em E-commerce, o valor significativamente mais baixo, tem a desvantagem do prazo de entrega mais o valor do frete, que ainda assim, matematicamente falando, compensaria. Além do MacBook Pro por um preço mais acessível, outra vantagem é a compra sem sair de casa. Com apenas um clique, o produto já pode ser seu.

“A evolução do e-commerce é um reflexo não só das tendências econômicas e tecnológicas do país, mas também dos próprios hábitos e preferências da população, indo ao encontro de suas necessidades e formas de consumo”, indica Alexandre Poseddon, um dos principais nomes atuais em estratégias para e-commerce. Sendo assim, hoje, além da qualidade do atendimento, empresas e soluções que garantem tranquilidade na finalização da compra têm um papel extremamente importante. Quando o consumidor se sente seguro em uma loja virtual, mesmo pequenos varejistas online têm chances de concorrer com grandes players do mercado.